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Sexta-feira, Maio 27, 2022

Dolce&Gabbana proíbe peles por um futuro sustentável

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Desfile de moda masculino outono inverno 2022 Dolce&Gabbana
Imagem: Dolce&Gabbana

A sustentabilidade está em ascensão e tem estado desde a década de 1980. Em 31 de janeiro, a casa de moda de luxo italiana Dolce&Gabbana confirmou seu compromisso de proibir peles em todas as coleções futuras.

O anúncio foi bem recebido por grupos de direitos dos animais, como In Defense of Animals (IDA), Humane Society International e Fur Free Alliance.

Apenas no mês passadoo Senado italiano votou a favor da proibição da criação de peles e da criação de animais peludos.

A diretora de comunicações da IDA, Fleur Dawes, disse em um comunicado, “peles e angorá causam extrema crueldade aos animais, e nós apreciamos os esforços da Dolce&Gabbana para estabelecer a tendência da compaixão”.

Anteriormente, a Dolce&Gabbana usava peles de animais em seus designs, mas agora está adotando peles artificiais mais do que nunca. A casa de moda continuará trabalhando com artesãos de peles para integrar peles artificiais, que são feitas de forma sustentável com tecidos sintéticos e materiais reciclados – a marca chama de “eco-pel”.

Shopper Unisex Knit Beatrice com logo DG.
Imagem: Dolce&Gabbana
Desfile de moda masculino outono inverno 2022 Dolce&Gabbana
Imagem: Dolce&Gabbana
Desfile de moda masculino outono inverno 2022 Dolce&Gabbana
Imagem: Dolce&Gabbana
Desfile de moda masculino outono inverno 2022 Dolce&Gabbana
Imagem: Dolce&Gabbana

Fedele Usai, diretora de comunicação e marketing da Dolce&Gabbana, afirmou que um futuro sustentável na moda não pode ser alcançado com o uso de peles de animais.

“Todo o sistema de moda tem um importante papel de responsabilidade social que deve ser promovido e incentivado: vamos integrar materiais inovadores em nossas coleções e desenvolver processos de produção ecologicamente corretos, preservando ao mesmo tempo o trabalho e o know-how dos artesãos que, de outra forma, correm o risco de desbotando”.

Nos últimos anos, mais marcas têm se juntado a esse movimento, como Moncler, Gucci e Bottega Veneta tudo sem pelos. Celebridades como Kim Kardashian West mudaram para peles artificiais em 2019, e Billie Eilish até convenceu a marca americana Oscar de la Renta a ficar sem peles no Met Gala de 2021. A onda da sustentabilidade veio definitivamente para ficar e esperamos que mais marcas se juntem a esta causa nobre.

Para mais leituras de moda, clique aqui.





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